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Subsídios financeiros e creditícios recuam neste ano até o segundo bimestre

Os subsídios financeiros e creditícios realizados neste ano até o segundo bimestre apresentaram queda significativa em comparação com os valores de igual período do ano passado, de acordo com o Boletim de Subsídios do Tesouro Nacional no âmbito do Programa de Sustentação do Investimento – PSI e nos empréstimos ao BNDES.

Os benefícios financeiros diminuíram de R$ 8,2 milhões nos primeiros quatro meses de 2017 para R$ 6,2 milhões em igual período deste ano. Essa queda é natural, já que esses subsídios decorrem da equalização de taxas de juros no âmbito do PSI, em que não há mais novas contratações desde 2015. Como o saldo das operações diminui com a amortização dos contratos, os subsídios também caem.

O valor dos subsídios creditícios, por sua vez, passou de R$ 6,0 bilhões nos quatro primeiros meses de 2017 para R$ 2,3 bilhões em igual intervalo deste ano. Os subsídios creditícios resultam da diferença entre a remuneração de contratos firmados com o BNDES e o custo para o Tesouro, por isso alterações nessas taxas impactam no montante de subsídios. A antecipação de pagamentos do BNDES ao Tesouro também contribuiu para a diminuição desse saldo.

Veja a página que reúne os boletins dos bimestres anteriores, desde o sexto bimestre de 2015.